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Paulo Fabris
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Paulo Fabris
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Comentários
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Paulo Fabris
Comentário ·
há 10 anos
Proposta de valor: por que não cobro consulta
Thiago Noronha Vieira
·
há 10 anos
Caro Thiago.
Creio que, na minha humilde visão, houve um equívoco em um de seus fundamentos: "[...] cobrar por mera informação".
Bem, realmente, para dar "mera informação" não é correto cobrar por uma consulta. A consulta exige bem mais do que "mera informação". Ela exige que o advogado, seja iniciante ou não, tenha uma boa preparação para responder satisfatoriamente ao seu cliente, inclusive demonstrando quais as razões que contraindicam o ingresso em uma demanda.
Entendo completamente a sua situação, porém, se todos continuarem com este pesamento, infelizmente a cultura nunca mudará.
Gosto de fazer uma comparação com o médico: quando você vai ao médico ele cobra pela consulta? Em 99% dos casos sim. E esta cobrança ocorre mesmo que ele diga "o seu caso é simples, guarde leito e tome um chá quente".
Pois bem, por qual razão nossos colegas advogados acreditam que a cobrança de consulta para dar INFORMAÇÃO técnica (consistente, fidedigna e correta) seria "errado".
Creio que seja interessante uma maior reflexão sobre o assunto, ainda que você chegue na mesma conclusão. Entretanto, cuidado com os fundamentos para tanto.
Deixo aqui nosso cordial abraço.
Bom trabalho a todos.
Se queremos uma advocacia respeitada e valorizada, que comecemos por nós mesmos.
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Paulo Fabris
Comentário ·
há 11 anos
Como fazer um inventário extrajudicial passo a passo
Marildo Gomes
·
há 11 anos
Artigo interessante da revista Exame.
Único ponto do qual não concordo é que o Presidente da ANOREG faz algumas colocações inoportunas (creio eu por desconhecimento) sobre a atuação dos advogados (por exemplo, sobre o valor cobrado - há uma Tabela da OAB que institui o mínimo a ser cobrado, não sendo ética a cobrança em valor inferior).
Também é importante salientar que toda a responsabilidade pelo inventário recai sobre os ombros do advogado que firma a Escritura.
Ainda, outro questão importante é salientar que, no que diz respeito a multa, faz-se necessária a existência de Lei estadual - e em vários estados esta lei não existe (como é o caso do Paraná, por exemplo).
Por fim, insta esclarecer que o procedimento extrajudicial somente é possível se preenchidos alguns requisitos legais, como, por exemplo, a inexistência de herdeiros menores de 18 anos.
Em suma, procure sempre um advogado de sua confiança para realizar tal procedimento, bem como um cartório sério e competente.
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Paulo Fabris
Comentário ·
há 12 anos
É errado advogado não cobrar consulta?
Alessandra Strazzi
·
há 12 anos
Primeiramente parabéns pela colocação de um tema que traz, infelizmente, tanta controvérsia, gerada muitas vezes por falta de conhecimento ou confusão.
A tabela da ordem é uma sugestão. Serve para que as pessoas e os profissionais tenham conhecimento do MÍNIMO sugerido. Não significa que não possa ser ajustada caso a caso. O que não se permitem são os exageros. Se o profissional não quiser cobrar nada, sem problema. O que não se admite, com certa parcimônia, é que se cobre muito abaixo do estabelecido.
Creio que alguns comentários feitos por pessoas distantes do área do direito ou mesmo completamente distantes da profissão venham com certa dose de emoção.
Todos os trabalhadores exigem um salário mínimo e reivindicam, de forma legítima, seu aumento. Entretanto, quando um BOM advogado (que levou 5 anos para se formar, faz cursos de especialização, mestrado, doutorado e de atualização constante, além de ter a necessidade de comprar bons livros de doutrina) cobra pela prestação de seu serviço de consultoria para efetivamente dar uma solução ao cliente, atrevem-se a gritar que se trata de um absurdo. Os juízes e promotores recebem, muitos deles de forma merecida, bons salários cumulados com diversos auxílios. Bons médicos cobram muito bem por suas consultas e o mesmo ocorre com arquitetos, engenheiros, e outros profissionais.
Creio que as pessoas devem analisar com a razão e não com a emoção, pois somente teremos bons profissionais (em todas as áreas) se estiverem bem preparados, em especial aqueles profissionais que trabalham com o intelecto e com o direito, que tem tantas nuances e alterações de legislação e jurisprudência dos Tribunais.
Novamente parabenizo a colega pelo tema. Tudo de bom e continuem valorizando a profissão em todos os sentidos.
Vamos pensar melhor!
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Otavio Coelho
Artigo ·
há 12 anos
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